O plantão nunca acaba: 'bebê pedra' de 50 anos e aprovação precoce em medicina, jornalistas revelam bastidores do g1 MS

  • 29/05/2026
(Foto: Reprodução)
Editores do g1 MS revelam bastidores da notícia. Celular tocando de madrugada, repórter correndo para cobrir conflito por terras, editor atualizando manchetes em tempo real, chuva derrubando internet, plantões no Carnaval, eleições, pandemia, tragédias e histórias que emocionaram Mato Grosso do Sul. Há 15 anos, o g1 MS acompanha os principais acontecimentos do estado e vive a notícia antes mesmo dela chegar ao leitor. Veja o vídeo acima. O portal completa 15 anos neste mês de maio. Desde 2011, quando a Rede Mato-Grossense de Comunicação (RMC) migrou de um antigo portal on-line para o g1 MS, o site acompanhou fatos que mobilizaram os sul-mato-grossenses. Algumas dessas histórias ultrapassaram os limites do estado e ganharam repercussão nacional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Ao longo desses 15 anos, o portal se consolidou pela credibilidade, rapidez na informação e diversidade de conteúdos. Nesse período, a redação também virou escola, porta de entrada para o mercado de trabalho e espaço de formação para dezenas de jornalistas. g1 MS está em festa! Reprodução Entre plantões, coberturas intensas e mudanças no jornalismo digital, muita coisa mudou dentro da redação. Mas uma característica permaneceu: o compromisso com a informação apurada e checada. “Credibilidade. A informação que importa”, resume o atual editor-chefe do g1 MS, José Câmara, que está à frente do portal há quase dois anos. Henrique Shuto, foi o primeiro editor-chefe do g1 MS e comandou a redação entre 2011 e 2014, ele define o trabalho no portal de forma direta: “Hard, very hard.” Histórias que marcaram Ao longo de 15 anos, algumas pautas ficaram na memória da equipe. Henrique Shuto relembra uma reportagem que surpreendeu pela repercussão. “Tem muitas histórias, algumas eu nem posso contar aqui. Mas teve uma que rendeu muito, que foi a de uma estudante do segundo ano que passou em medicina na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Essa matéria bateu um milhão de acessos.” José Câmara cita a cobertura da idosa que descobriu um bebê calcificados no útero após cinco décadas. “A gente encontrou ela, acompanhou todo o processo da cirurgia. Foi uma pauta impactante não só para mim, mas para toda a equipe, que se mobilizou para fazer várias matérias sobre o assunto.” Coberturas intensas Entre os trabalhos mais marcantes, José Câmara lembra das queimadas no Pantanal, em 2020, e da queda do avião do arquiteto chinês no Pantanal, em 2025. Já Henrique Shuto recorda a cobertura da morte de um indígena durante um conflito por terra próximo a Campo Grande. “Foi uma cobertura muito intensa. A mídia nacional estava em cima e a gente precisava dar conta de tudo. Existia tensão no local e muita pressão pela informação.” O factual que move a redação Mesmo com as transformações no jornalismo digital ao longo dos anos, a rotina acelerada segue como parte do dia a dia da redação. “Tem que ter factual, tem que ter notícia. É no factual que o jornalista se forja”, afirma Câmara. Shuto resume o clima ideal dentro da redação. “Um bom dia no g1 é um dia com notícia quente para informar o leitor.” E completa: “Caótico, mas sem perder a tranquilidade e o controle.” Ao final, os dois deixam um recado para quem acompanha o portal desde o início: “Continue bem informado com o g1.” Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

FONTE: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/05/29/o-plantao-nunca-acaba-bebe-pedra-de-50-anos-e-aprovacao-precoce-em-medicina-jornalistas-revelam-bastidores-do-g1-ms.ghtml


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